Lançado recentemente, o Voltem é a primeira plataforma online para aluguel de imóveis por temporada que permite ao hóspede parcelar o pagamento da estadia em até 10 vezes. Com 1,5 milhão de viajantes cadastrados, o site conecta pessoas que precisam de uma locação por pequenos períodos – seja para férias ou viagem a trabalho - a proprietários de imóveis, que podem ganhar uma renda extra alugando suas casas, apartamentos ou apenas cômodos de maneira simples e segura.
Pertencente ao Hotel Urbano, o Voltem nasceu para atender a uma carência por hospedagens que existe principalmente nos polos turísticos do Brasil e em cidades que sediam grandes eventos. Por ser uma empresa brasileira, o Voltem tem grandes diferenciais em relação a sites estrangeiros que oferecem este tipo de serviço no Brasil. A isenção de cobrança do IOF, imposto de 6,38% sobre pagamentos realizados em moeda estrangeira feitos com cartão, é um deles.
O Voltem é ainda o único do mercado a permitir que ao hóspede pagar o aluguel em até 10 parcelas. Mesmo nesses casos, o anfitrião recebe o pagamento sempre à vista. O Voltem faz o repasse do valor pago na reserva em até 24h após o check-in do seu hóspede. O depósito é realizado na conta corrente cadastrada pelo anfitrião. Caso a transferência seja realizada no final de semana ou no feriado, o valor estará disponível no primeiro dia útil.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Aplicativo ajuda você a encontrar o melhor lugar para instalar o roteador
Instalar um roteador em casa pode até ser simples, o problema é que nem sempre os locais em que você o posiciona são muito adequados. Muitas vezes as paredes e os móveis acabam atrapalhando o percurso das ondas e diminuem a velocidade de banda.
Ao preço de R$ 1,94 na Google Store, o WiFi Solver FDTD permite o estudo de uma casa personalizada por você. Vale ressaltar que o app não é muito fácil de usar e não possui uma interface muito agradável. Antes de usá-lo, você terá desenhar a planta utilizando um editor de imagens, seja ele o Paint, o PhotoShop, o Photoscape ou o Gimp. O importante é salvar o arquivo final em formato PNG.
Em seu design, é necessário montar a disposição de todos os cômodos de apenas um andar – não é preciso incluir escadas ou móveis. Para fazer a diferenciação das paredes, o aplicativo utiliza o sistema de cores. Os espaços em branco serão considerados como concreto, vermelhos como madeira, azuis como tijolos, verdes como vidro e tudo o que for preto será espaço vazio.
O melhor lugar do lar
No aplicativo, cada 1 centímetro corresponde a 1 pixel. Logo, para cada metro de planta de sua casa, o desenho deverá ter 100 pixels. Utilizando o botão “Open”, é possível abrir imagens armazenadas no Dropbox, Google Drive ou na própria memória do smartphone.
Depois que você enviar a imagem para o programa, toque sobre o local em que está localizado o roteador, que ficará destacado como um ponto em vermelho. Durante o processo, é possível dizer se o dispositivo possui uma ou duas antenas e apontar a direção delas. Agora, clique em “Run” para iniciar o processo de avaliação.
Você pode realizar quantos testes quiser, visando assim encontrar o melhor sinal possível. Depois, é só mudar o roteador e desfrutar de mais velocidade.
Ao preço de R$ 1,94 na Google Store, o WiFi Solver FDTD permite o estudo de uma casa personalizada por você. Vale ressaltar que o app não é muito fácil de usar e não possui uma interface muito agradável. Antes de usá-lo, você terá desenhar a planta utilizando um editor de imagens, seja ele o Paint, o PhotoShop, o Photoscape ou o Gimp. O importante é salvar o arquivo final em formato PNG.
Em seu design, é necessário montar a disposição de todos os cômodos de apenas um andar – não é preciso incluir escadas ou móveis. Para fazer a diferenciação das paredes, o aplicativo utiliza o sistema de cores. Os espaços em branco serão considerados como concreto, vermelhos como madeira, azuis como tijolos, verdes como vidro e tudo o que for preto será espaço vazio.
O melhor lugar do lar
No aplicativo, cada 1 centímetro corresponde a 1 pixel. Logo, para cada metro de planta de sua casa, o desenho deverá ter 100 pixels. Utilizando o botão “Open”, é possível abrir imagens armazenadas no Dropbox, Google Drive ou na própria memória do smartphone.
Depois que você enviar a imagem para o programa, toque sobre o local em que está localizado o roteador, que ficará destacado como um ponto em vermelho. Durante o processo, é possível dizer se o dispositivo possui uma ou duas antenas e apontar a direção delas. Agora, clique em “Run” para iniciar o processo de avaliação.
Você pode realizar quantos testes quiser, visando assim encontrar o melhor sinal possível. Depois, é só mudar o roteador e desfrutar de mais velocidade.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Orkuti: brasileiro cria rede social para homenagear o finado Orkut
Como você provavelmente já sabe, o dia 30 de Setembrp foi marcado por um momento triste para os brasileiros fãs de redes sociais com a morte do Orkut. Mas quem já está sentindo-se órfão da rede da Google não precisa se sentir assim – tudo graças ao Orkuti.
Só pelo nome já é provável que muitos entendam do que se trata. A nova rede social, criada pelo brasileiro Alex Becher, vem para ser uma homenagem ao Orkut, trazendo um visual muito semelhante, comunidades, scraps, depoimentos e outras opções para deixar muita gente nostálgica.
Ao mesmo tempo, o Orkuti traz muitas novidades familiares a outras redes sociais. Temos, por exemplo, uma ferramenta de eventos praticamente idêntica a do Facebook, enquanto a divisão de guias do perfil e a imagem redonda vêm diretamente do Google+.
Tal decisão não vem sem motivos, é claro. "Estudei por 2 anos o Google+ e o Facebook e integrei as melhores características dos dois no Orkuti. No Orkuti, o usuário pode saber quem viu seu perfil, enviar um depoimento em off, pode entrar ou sair de uma comunidade, entre outros", explicou Becher ao site Olhar Digital.
Muita calma nessa hora
Antes que você comece a correr para fazer seu cadastro no serviço, avisamos que, por enquanto, isso não pode ser feito. No momento em que esta matéria é feita, o site está fora do ar, devido ao enorme número de acessos que recebeu, e passando por uma troca de servidores. Mesmo assim, você pode cadastrar seu email através da página principal do site para receber um aviso de quando o Orkuti estiver de volta.
Só pelo nome já é provável que muitos entendam do que se trata. A nova rede social, criada pelo brasileiro Alex Becher, vem para ser uma homenagem ao Orkut, trazendo um visual muito semelhante, comunidades, scraps, depoimentos e outras opções para deixar muita gente nostálgica.
Ao mesmo tempo, o Orkuti traz muitas novidades familiares a outras redes sociais. Temos, por exemplo, uma ferramenta de eventos praticamente idêntica a do Facebook, enquanto a divisão de guias do perfil e a imagem redonda vêm diretamente do Google+.
Tal decisão não vem sem motivos, é claro. "Estudei por 2 anos o Google+ e o Facebook e integrei as melhores características dos dois no Orkuti. No Orkuti, o usuário pode saber quem viu seu perfil, enviar um depoimento em off, pode entrar ou sair de uma comunidade, entre outros", explicou Becher ao site Olhar Digital.
Muita calma nessa hora
Antes que você comece a correr para fazer seu cadastro no serviço, avisamos que, por enquanto, isso não pode ser feito. No momento em que esta matéria é feita, o site está fora do ar, devido ao enorme número de acessos que recebeu, e passando por uma troca de servidores. Mesmo assim, você pode cadastrar seu email através da página principal do site para receber um aviso de quando o Orkuti estiver de volta.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Apple acata determinação e Secret é removido da App Store brasileira
O app Secret tem dado o que falar nas últimas semanas no Brasil e, por determinação da justiça do Espírito Santo, a ferramenta deve ser removida de todas as lojas de apps para smartphones nos próximos oito dias. Por conta disso, já não é mais possível baixar o Secret na App Store brasileira e, portanto, iPhones e iPads não podem mais fazer a instalação.
A Apple resolveu remover a aplicação da sua loja brasileira para evitar a multa diária de R$ 20 mil, que seria aplicada caso o prazo não fosse cumprido. Contudo, qualquer pessoa que possua uma conta internacional na App Store pode baixar o Secret sem qualquer problema. Foi determinado ainda que o app fosse desinstalado remotamente dos celulares nos quais ele já está presente. Contudo, não há relatos de que isso de fato aconteceu.
Por outro lado, na Google Play, o aplicativo continua disponível para baixar e não há qualquer informação sobre sua provável remoção da loja do Android até o momento. Na loja do Windows Phone, uma ferramenta similar, o Cryptic, também teve seu nome citado pelo Ministério Público e a Microsoft está sujeita à mesma multa caso não faça a remoção de loja.
A Apple resolveu remover a aplicação da sua loja brasileira para evitar a multa diária de R$ 20 mil, que seria aplicada caso o prazo não fosse cumprido. Contudo, qualquer pessoa que possua uma conta internacional na App Store pode baixar o Secret sem qualquer problema. Foi determinado ainda que o app fosse desinstalado remotamente dos celulares nos quais ele já está presente. Contudo, não há relatos de que isso de fato aconteceu.
Por outro lado, na Google Play, o aplicativo continua disponível para baixar e não há qualquer informação sobre sua provável remoção da loja do Android até o momento. Na loja do Windows Phone, uma ferramenta similar, o Cryptic, também teve seu nome citado pelo Ministério Público e a Microsoft está sujeita à mesma multa caso não faça a remoção de loja.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Malware que promete alterar a cor de seu Facebook está à solta novamente
O aplicativo lhe ofereceu a opção de alterar a cor de seu Facebook? Pois então cuidado! É uma cilada! A informação é da companhia chinesa especializada em segurança Cheetah Mobile. De acordo com os pesquisadores, mais de 10 mil pessoas já foram afetadas pelo malware mundo afora.
Ao prometer customização de visual a seus usuários, o aplicativo, que pode ser baixado quando propagandas pipocam após a abertura de um link qualquer, redireciona os internautas a um site que exibe um tutorial em vídeo sobre como alterar a cor do Facebook. A Cheetah Mobile afirma que phishing maliciosos é que são, na verdade, instalados.
Como a infecção acontece
Os alvos visados pelo malware podem ser atingidos de duas formas. Primeiramente, e conforme mencionado, os usuários do Facebook são convidados a visitar um site em que um vídeo sobre como alterar a cor da rede social é exibido. A leitura de tokens de acesso permite que amigos do usuário sejam objetivados como vítimas em potencial.
Se o vídeo não for acessado, a aplicação irá tentar instalar-se por meio de download em seu mobile. Se o acesso for feito por meio de um PC, o malware levará o internauta a baixar um tocador de mídias pornográficas. Em alguns aparelhos Android, um alerta sobre infecção será exibido; logo, um app de segurança será sugerido para download.
Não é a primeira vez que um malware deste tipo atinge o meio online e usa o Facebook como canal de ataque. De acordo com a companhia de segurança responsável por trazer a constatação à tona, “a vulnerabilidade vive na página do aplicativo Facebook, permitindo que hackers implantem vírus e demais softwares maliciosos no código-base da rede social que redireciona os usuários do serviço a sites com phishings”.
Recomendação
O Facebook ainda não se pronunciou acerca da identificação da vulnerabilidade realizada pelo site chinês – medidas de segurança poderão ser implementadas pela empresa de Zuckerberg em breve, especula-se. A companhia Cheetah Mobile recomenda que usuários da popular rede sociaL desabilitem a execução de aplicativos secundários pelo aplicativo; esta ação irá inibir a instalação e uso de extensões desenvolvidas por terceiros.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Twitter deve introduzir serviço de compras online em breve
Pelo menos é isso que parece nas novas opções de configuração da rede social de 140 caracteres. Alguns rumores de que um e-commerce será implementado no Twitter já estavam aparecendo há semanas, porém hoje isso está mais perceptível. Inúmeros usuários perceberam que opções de pagamento e de envio estão aparecendo dentro do aplicativo de Android.
O usuário @am_Bix encontrou os detalhes de pagamento no app (que não podem ser mais acessados) e publicou em seu próprio perfil no Twitter, como você pode ver abaixo. Várias outras pessoas também compartilharam screenshots semelhantes. Anteriormente, parece que um botão com o nome Buy Now foi visto em alguns tweets, especialmente provindos com links do site Fancy, um popular site americano de varejo. É esperado que detalhes desse possível e-commerce no Twitter sejam divulgados oficialmente nas próximas semanas.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Descoberta grave falha no padrão USB que permite infectar até mouses
Como se já não bastasse a quantidade incontável de malwares, spywares e um bocado de outros tipos de ameaças virtuais que podem infectar seu computador, uma dupla de pesquisadores descobriu que todo e qualquer dispositivo que utiliza conexões USB possui uma falha de segurança fundamental que se refere à forma como o padrão foi criado. Há um modo de alterar o firmware da conexão desses aparelhos para que o chip controlador do USB infecte e tome conta de boa parte dos aparelhos que conhecemos.
Pior do que ficar sabendo disso e saber que não há praticamente nada que possamos fazer para nos defender além de simplesmente não conectar nossos aparelhos em nenhum outro computador que não o nosso ou um completamente confiável.
A falha é tão grave que a dupla de pesquisadores, Karsten Nohl e Jakob Lell, que descobriu a vulnerabilidade, escreveu um pequeno e simples malware e infectou a conexão USB de um pendrive. Eles tiveram sucesso em dominar completamente um computador e até puderam redirecionar todo o tráfego da conexão com a internet desse aparelho.
Antivírus não adianta
O problema de uma falha no firmware do padrão USB é que não há antivírus no mundo que consiga limpar um aparelho que foi infectado por esse meio. O chip simplesmente não é acessível para o sistema operacional, nem para softwares de terceiros, e não pode ser modificado depois de ser hackeado.
Fora isso, é importante lembrar que praticamente todos os nossos dispositivos da atualidade utilizam conexões desse tipo e são passíveis de serem infectados, como mouses, teclados, smartphones, celulares comuns, pendrives e impressoras. Parece até o apocalipse digital, uma vez que não podemos simplesmente nos livrar de tudo isso ou parar de usar aparelhos com conexão USB.
A falha será apresentada na conferência de segurança digital Black Hat em Las Vegas e acredita-se que, em alguns meses, poderemos ter alguma solução para o problema, mas isso tudo é apenas uma suposição.
Brecha para espionagem
Para piorar ainda mais, fontes do Wired acreditam que a NSA, a agência de espionagem global dos EUA, já está explorando essa falha há algum tempo, o que poderia explicar o sucesso da agência de se infiltrar em sistemas tidos como invioláveis.
De qualquer forma, com isso tendo se tornado público, é necessário ficar de olho na forma como você utiliza aparelhos USB a partir de agora, até mesmo o seu mouse ou teclado USB.
Pior do que ficar sabendo disso e saber que não há praticamente nada que possamos fazer para nos defender além de simplesmente não conectar nossos aparelhos em nenhum outro computador que não o nosso ou um completamente confiável.
A falha é tão grave que a dupla de pesquisadores, Karsten Nohl e Jakob Lell, que descobriu a vulnerabilidade, escreveu um pequeno e simples malware e infectou a conexão USB de um pendrive. Eles tiveram sucesso em dominar completamente um computador e até puderam redirecionar todo o tráfego da conexão com a internet desse aparelho.
Antivírus não adianta
O problema de uma falha no firmware do padrão USB é que não há antivírus no mundo que consiga limpar um aparelho que foi infectado por esse meio. O chip simplesmente não é acessível para o sistema operacional, nem para softwares de terceiros, e não pode ser modificado depois de ser hackeado.
Fora isso, é importante lembrar que praticamente todos os nossos dispositivos da atualidade utilizam conexões desse tipo e são passíveis de serem infectados, como mouses, teclados, smartphones, celulares comuns, pendrives e impressoras. Parece até o apocalipse digital, uma vez que não podemos simplesmente nos livrar de tudo isso ou parar de usar aparelhos com conexão USB.
A falha será apresentada na conferência de segurança digital Black Hat em Las Vegas e acredita-se que, em alguns meses, poderemos ter alguma solução para o problema, mas isso tudo é apenas uma suposição.
Brecha para espionagem
Para piorar ainda mais, fontes do Wired acreditam que a NSA, a agência de espionagem global dos EUA, já está explorando essa falha há algum tempo, o que poderia explicar o sucesso da agência de se infiltrar em sistemas tidos como invioláveis.
De qualquer forma, com isso tendo se tornado público, é necessário ficar de olho na forma como você utiliza aparelhos USB a partir de agora, até mesmo o seu mouse ou teclado USB.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Netflix apresenta as operadoras mais rápidas do Brasil
A Netflix divulgou um ranking que apresenta os melhores provedores de cada país em termos de velocidade, incluindo o Brasil. Em nosso país, o líder da lista é o Live TIM, com 3,19 Mbps, seguido pela GVT em segundo, com 3,08 Mbps e Net Virtua em terceiro, com 2,67 Mpbs.
Para fechar o ranking, que mediu apenas a velocidade de seis empresas, estão Algar em quarto, com 2,10 Mbps, Telefônica em quinto, com 1,42 Mbps e Oi Velox em sexto (e último) lugar, com 1,26 Mbps.
Ranking mundial
A Netflix fez a medição em 20 países diferentes. Entre todos eles, a que apresenta a melhor conexão é a Holanda, com 3,53 Mpbs. Em seguida aparecem a Suécia, Dinamarca, Noruega, Reino Unido, Finlândia, Canadá, Irlanda, Uruguai e Brasil, que está em décimo lugar com 2,31 Mpbs de média.
O Brasil deixou para trás países como Chile (12º), Estados Unidos (13º), México (15º) e Argentina (16º). O Netflix avaliou as velocidades dos países durante o período de novembro de 2012 até junho de 2014.
Fonte: TecMundo
Para fechar o ranking, que mediu apenas a velocidade de seis empresas, estão Algar em quarto, com 2,10 Mbps, Telefônica em quinto, com 1,42 Mbps e Oi Velox em sexto (e último) lugar, com 1,26 Mbps.
Ranking mundial
A Netflix fez a medição em 20 países diferentes. Entre todos eles, a que apresenta a melhor conexão é a Holanda, com 3,53 Mpbs. Em seguida aparecem a Suécia, Dinamarca, Noruega, Reino Unido, Finlândia, Canadá, Irlanda, Uruguai e Brasil, que está em décimo lugar com 2,31 Mpbs de média.
O Brasil deixou para trás países como Chile (12º), Estados Unidos (13º), México (15º) e Argentina (16º). O Netflix avaliou as velocidades dos países durante o período de novembro de 2012 até junho de 2014.
Fonte: TecMundo
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Cientista prevê que aprenderemos novos idiomas apenas tomando pílulas
No passado, algumas previsões de Nicholas Negroponte, fundador do MIT Media Lab, arrancaram risos de descrédito da mídia especializada em tecnologia. Entre os “absurdos” antecipados pelo cientista, estão a tela sensível ao toque e certa diminuição sistemática dos aparelhos — desengonçados à época —, os quais deveriam se tornar “menores, mais finos e mais brilhantes”.
E há ainda quem tenha tirado sarro de outra previsão de Nicholas. Particularmente, a revista Newsweek. Em uma de suas edições, havia uma nota tornada particularmente infeliz pelo passar dos anos: “Nicholas Negroponte, diretor do MIT Media Lab, prevê que nós em breve vamos comprar livros e jornais pela internet. Ah, é claro” disse o editor Clifford Stoll à época.
Dessa forma, quando um sujeito com esse histórico resolve lançar novas previsões, o mínimo que qualquer sujeito consciente deveria fazer seria ouvir do que se trata com atenção, certo? De fato, durante recente palestra conduzida pelo TED, Negroponte lançou mais duas de suas previsões.
Em uma delas, ele retoma uma proposta sua, expandindo a ideia do famoso “One Laptop Per Child” (um computador por criança). Mas a coisa pode ficar ainda mais digna de ficção científica: para o visionário do MIT, em algumas décadas, caso se queira aprender uma nova língua, bastará engolir a pílula apropriada.
Aprendizado digestivo?
“Nós temos consumido muita informação através dos nossos olhos, e talvez esse seja um canal pouco eficiente”, disse o cientista durante a referida palestra para o TED (Tecnologia, Entretenimento e Design). Dessa forma, deve haver um jeito mais apropriado, que nos permita ir de uma nova língua a Shakespeare sem acabar com uma bela azia, certo?
“A minha previsão, portanto, é que nós poderemos ingerir informação”, ele continua. “Eu vou engolir uma pílula e vou aprender inglês.” Para Negromonte, a absorção das informações se dará por meio da corrente sanguínea, de tal forma que a informação seja transportada até o cérebro e, posteriormente, se aloque em seu devido lugar... E voilà!
“Você vai engolir uma pílula e aprender Shakespeare”. Ou italiano, ou latim. Ironicamente, talvez até microbiologia e ciência da computação. De acordo com o cientista, um tal método de aprendizado deve se tornar o padrão daqui a aproximadamente 30 anos. “Uma das vantagens da idade, é que eu posso dizer com bastante confiança que eu estive no futuro”. É esperar para ver.
Como conectar o “último bilhão” de pessoas?
Nicholas Negroponte foi particularmente feliz em suas previsões com interfaces e, de forma geral, com tecnologias ligadas à computação — sabe o CD-ROM, por exemplo? Pois é. Mas uma das investidas sociais do cientista também se tornou particularmente célebre, sobretudo quando ele passou a se dedicar às formas possíveis de aprendizado por meio da computação.
Trata-se da intitulada “One Laptop Per Child” (um computador por criança) — sim, aquela mesma que assistiu crianças na África, permitindo que em seis meses os pequenos, sem qualquer instrução prévia, pudessem “hackear” o Android. Essa propostal deu origem a uma mescla de previsão e convite à filantropia, amparada na ideia de que “é possível ter aprendizado sem escolas”, pelo menos em situações-limite.
De acordo com Negroponte, o “último bilhão” de pessoas no globo poderia ser interconectada com um esforço relativamente modesto dos EUA. Para ele, as comunidades primitivas (de natureza rural) da África poderiam se beneficiar de satélites estacionários que conectassem os indivíduos, transformando o acesso à rede em um dos direitos humanos fundamentais.
O montante impressiona, a princípio. Seriam necessários US$ 2 bilhões para cada 100 milhões de habitantes lançados à internet. Entretanto, o cientista lembra que esse valor é gastado semanalmente pelos Estados Unidos da América na Guerra do Afeganistão.
Fonte: TecMundo
E há ainda quem tenha tirado sarro de outra previsão de Nicholas. Particularmente, a revista Newsweek. Em uma de suas edições, havia uma nota tornada particularmente infeliz pelo passar dos anos: “Nicholas Negroponte, diretor do MIT Media Lab, prevê que nós em breve vamos comprar livros e jornais pela internet. Ah, é claro” disse o editor Clifford Stoll à época.
Dessa forma, quando um sujeito com esse histórico resolve lançar novas previsões, o mínimo que qualquer sujeito consciente deveria fazer seria ouvir do que se trata com atenção, certo? De fato, durante recente palestra conduzida pelo TED, Negroponte lançou mais duas de suas previsões.
Em uma delas, ele retoma uma proposta sua, expandindo a ideia do famoso “One Laptop Per Child” (um computador por criança). Mas a coisa pode ficar ainda mais digna de ficção científica: para o visionário do MIT, em algumas décadas, caso se queira aprender uma nova língua, bastará engolir a pílula apropriada.
Aprendizado digestivo?
“Nós temos consumido muita informação através dos nossos olhos, e talvez esse seja um canal pouco eficiente”, disse o cientista durante a referida palestra para o TED (Tecnologia, Entretenimento e Design). Dessa forma, deve haver um jeito mais apropriado, que nos permita ir de uma nova língua a Shakespeare sem acabar com uma bela azia, certo?
“A minha previsão, portanto, é que nós poderemos ingerir informação”, ele continua. “Eu vou engolir uma pílula e vou aprender inglês.” Para Negromonte, a absorção das informações se dará por meio da corrente sanguínea, de tal forma que a informação seja transportada até o cérebro e, posteriormente, se aloque em seu devido lugar... E voilà!
“Você vai engolir uma pílula e aprender Shakespeare”. Ou italiano, ou latim. Ironicamente, talvez até microbiologia e ciência da computação. De acordo com o cientista, um tal método de aprendizado deve se tornar o padrão daqui a aproximadamente 30 anos. “Uma das vantagens da idade, é que eu posso dizer com bastante confiança que eu estive no futuro”. É esperar para ver.
Como conectar o “último bilhão” de pessoas?
Nicholas Negroponte foi particularmente feliz em suas previsões com interfaces e, de forma geral, com tecnologias ligadas à computação — sabe o CD-ROM, por exemplo? Pois é. Mas uma das investidas sociais do cientista também se tornou particularmente célebre, sobretudo quando ele passou a se dedicar às formas possíveis de aprendizado por meio da computação.
Trata-se da intitulada “One Laptop Per Child” (um computador por criança) — sim, aquela mesma que assistiu crianças na África, permitindo que em seis meses os pequenos, sem qualquer instrução prévia, pudessem “hackear” o Android. Essa propostal deu origem a uma mescla de previsão e convite à filantropia, amparada na ideia de que “é possível ter aprendizado sem escolas”, pelo menos em situações-limite.
De acordo com Negroponte, o “último bilhão” de pessoas no globo poderia ser interconectada com um esforço relativamente modesto dos EUA. Para ele, as comunidades primitivas (de natureza rural) da África poderiam se beneficiar de satélites estacionários que conectassem os indivíduos, transformando o acesso à rede em um dos direitos humanos fundamentais.
O montante impressiona, a princípio. Seriam necessários US$ 2 bilhões para cada 100 milhões de habitantes lançados à internet. Entretanto, o cientista lembra que esse valor é gastado semanalmente pelos Estados Unidos da América na Guerra do Afeganistão.
Fonte: TecMundo
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Chromecast chega oficialmente ao Brasil por R$ 199
Prometido para maio, o Chromecast chegou oficialmente nesta quarta-feira (4) ao comércio brasileiro. Vendido ao preço sugerido de R$ 199, o dispositivo já pode ser encontrado nas lojas virtuais das redes Ponto Frio, Casas Bahia e Extra, devendo chegar em breve a outros meios.
O dispositivo tem como principal objetivo oferecer recursos de conectividade e aplicativos a televisores que não contam com recursos “inteligentes”. Toda a programação disponível pode ser controlada com o auxílio de aplicativos disponíveis nos sistemas Windows Phone, Android e iOS.
Apesar de acessível, o preço do aparelho se mostra ligeiramente mais “salgado” que aquele praticado nos EUA: US$ 35, equivalente a aproximadamente R$ 80. Na época em que o produto chegou aos Estados Unidos, era possível encontrá-lo em importadoras por aproximadamente R$ 140, valor que incluía o frete de envio e impostos.
Funções e aplicativos
Através do Chromecast, cujo visual se assemelha a um pendrive convencional, é possível ter acesso a serviços de streaming como Netflix, YouTube e Rdio. Também é possível usar o aparelho como uma forma de transmitir o conteúdo de uma página do Chrome a partir de um laptop com os sistemas Windows e Mac OS X.
Até o momento, a Google não anunciou nenhuma parceria com uma provedora local de conteúdo para oferecer conteúdos específicos ao Brasil. A expectativa é a de que o gadget ganhe mais opções de aplicativo em breve, algo que deve ser ajudado pelo lançamento do kit de desenvolvimento da plataforma, tornado público em fevereiro deste ano.
Fonte: TecMundo
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Google Glass: estoque destinado ao público geral é vendido em menos de 24h
Iniciativa da empresa ao disponibilizar o dispositivo para consumidores que não fossem desenvolvedores só duraria um dia, mas todas as unidades foram vendidas algumas horas antes do fim do prazo
A Google fez um convite com validade de 24 horas para que o público geral nos Estados Unidos pudesse ter acesso a um exemplar do Google Glass. E a empresa já comunicou que todo o estoque do produto separado para esse fim foi vendido.
Não foram revelados números sobre quantos dispositivos foram vendidos no programa Google Explorer nessa terça-feira, mas sabe-se que todo o estoque se esgotou antes mesmo do relógio marcar meia-noite.
Entretanto, para aqueles que também gostariam de pagar US$ 1.500 no Glass e não tiveram a oportunidade — ou por não ter conseguido comprar no dia ou por não morarem nos EUA —, ainda há alguma esperança. A Google disse que “trará novos meios de expandir o programa no futuro.”
A afirmação é um pouco ambígua, pois pode significar que o programa Explorer será simplesmente aberto a todos no futuro, mas no fim só nos resta aguardar para entender o que a empresa está planejando.
O Google Glass foi anunciado em 2012 e até o momento foi vendido apenas em versões Beta para desenvolvedores — com exceção, é claro, do evento de ontem. O produto, apesar de ainda não ter data oficial definida, deve ser lançado ainda em 2014.
Fonte: TecMundo
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Como funciona o Heartbleed, a maior ameaça atual da internet
Conheça detalhes sobre este erro e saiba como você pode proteger seus dados privados
Na última semana, o mundo ficou preocupado com uma falha de segurança que pode afetar milhões de servidores (aproximadamente, dois terços dos servidores podem conter essa brecha na segurança) e deixar os dados de uma infinidade de usuários expostos.
Estamos falando do Heartbleed (o nome significa Sangramento no Coração), um bug que existe em diversos sites que operam com o software OpenSSL, projeto que atua com os protocolos de segurança SSL e TLS.
Falando assim, você talvez não fique muito preocupado, mas, se citarmos que grandes páginas como Yahoo!, Facebook, Google, Amazon, Instagram e outras tantas ficaram vulneráveis, você possivelmente ficará com a pulga atrás da orelha e começará a ficar um bocado preocupado.
Com o intuito de alertá-lo e dar uma real dimensão do problema, hoje vamos explicar o que é essa falha, quais sites podem estar com problemas (e quais estão livres do bug), como você pode se proteger e como é possível verificar se o seu website não é vulnerável.
Afinal, o que realmente é o Heartbleed?
O bug do OpenSSL não nasceu agora. Ele não é algo proveniente de uma atualização recente. Conforme informação oficial da desenvolvedora do software, essa falha já existe há mais de dois anos, mas ninguém sabia que ela estava lá (nem mesmo os próprios desenvolvedores, afinal, se alguém soubesse, ela já teria sido corrigida muito antes).
Quem acabou descobrindo esse erro de programação foi Neel Mehta, pesquisador da Google que verificou que a brecha poderia garantir acesso a dados privados. Hackers que saibam como explorar a falha podem interceptar o tráfego de dados, fingindo ser o servidor e dificultando que qualquer um saiba que existe algum problema no meio do caminho.
O criminoso que consegue se aproveitar do bug pode puxar até 64 k de informações da memória do servidor. O hacker normalmente não tem como saber o que virá nesses dados, mas de vez em quando é possível coletar alguns dados privados. É importante ressaltar que é possível repetir esse processo inúmeras vezes.
Parece perigoso, mas você deve estar se questionando como o hacker vai conseguir encontrar dados secretos, sendo que eles normalmente estão criptografados. Bom, o que acontece é que os servidores de autenticação precisam manter os dados de login (usuário e senha) sempre na memória para que a conexão seja mantida.
Assim, muitas vezes os dados dos usuários vêm nesse roubo de memória e o hacker só precisa usar a senha de criptografia para descobrir os dados verdadeiros (já que normalmente tudo é criptografado e impossível de ler normalmente).
É realmente fácil explorar esse bug?
Na verdade, é preciso ter muito conhecimento para conseguir explorar esse tipo de falha. Mesmo os hackers mais habilidosos demoram um bocado para conseguir entrar no servidor e roubar algum dado importante.
Até algum tempo atrás, algumas empresas (como a Cloudflare) estavam dizendo que era tão difícil que dava para dizer que era impossível, de modo que a falha não representava uma ameaça real.
Pois bem, não demorou nem 24 horas para que alguns hackers conseguissem adquirir chaves SSL em servidores. Em algumas máquinas que rodavam Apache, foi possível conseguir os dados já na primeira requisição. Isso apenas deixa claro que o bug é fácil de ser explorado e pode ser utilizado em quase todos os servidores que ainda não aplicaram as correções.
De acordo com a Bloomberg, a NSA já sabia dessa falha e vem explorando isso há muito tempo. A Agência, obviamente, negou qualquer envolvimento e conhecimento da questão. Diante de tantos problemas passados, não dá para confiar muito nas declarações da NSA.
Quais sites estão desprotegidos?
A essa altura do campeonato, a maioria dos grandes sites que tinham algum problema já corrigiram as falhas. Quando a bomba explodiu, e ficamos sabendo do caso, quase todos eles continham a falha no OpenSSL.
Pode incluir na lista grandes nomes como Twitter, Google (e seus respectivos sites), Facebook (e quaisquer sites desenvolvidos pela empresa), Yahoo!, Amazon, Dropbox, SoundCloud, Flickr, Foursquare e outros tantos.
Claro, assim que a correção foi liberada, todos os sites corrigiram o defeito imediatamente, evitando que seus usuários fossem prejudicados. A dúvida que fica é se algum hacker já não havia descoberto a brecha e explorado dados privados anteriormente.
É importante notar que há muitos sites menores que ainda não corrigiram o problema, sendo que você ainda pode estar correndo perigo. Normalmente, as empresas e servidores que efetuaram a atualização do OpenSSL estão enviando emails comunicando seus usuários, mas você mesmo pode verificar se aquele site que só você acessa já está seguro.
Para saber se os seus sites favoritos estão vulneráveis, você pode jogar o endereço no site “Heartbleed Test”, o qual vai verificar se o bug existe ou se já foi corrigido. Basta clicar aqui, colar o endereço e pressionar o botão “Go!”. Em poucos segundos, é possível obter uma resposta.
Como posso me proteger?
Independente de qual site ou serviço você utiliza, é altamente recomendado que você modifique suas senhas para evitar que os hackers usem suas credenciais. Não há como saber se alguém conseguiu se apropriar de seus dados, portanto é bom tomar alguma atitude e evitar que eles sejam usados indevidamente.
O Heartbleed também pode ter afetado os aparelhos com sistema Android. Nesse caso, você pode seguir as instruções de um artigo que divulgamos ontem para conferir se o seu smartphone está vulnerável. É importante salientar que aparelhos com falhas no protocolo SSL só podem ter o erro corrigido ao receber uma atualização do sistema.
Enfim, toda essa história de Heartbleed apenas deixa evidente que a web não é um lugar tão seguro. Essa é apenas uma falha que aconteceu com um tipo de protocolo, mas quem sabe se não existem outros tantos bugs em outros tipos de servidores? Esperamos que esses erros não existam, para o nosso próprio bem.
Fonte: TecMundo
Na última semana, o mundo ficou preocupado com uma falha de segurança que pode afetar milhões de servidores (aproximadamente, dois terços dos servidores podem conter essa brecha na segurança) e deixar os dados de uma infinidade de usuários expostos.
Estamos falando do Heartbleed (o nome significa Sangramento no Coração), um bug que existe em diversos sites que operam com o software OpenSSL, projeto que atua com os protocolos de segurança SSL e TLS.
Falando assim, você talvez não fique muito preocupado, mas, se citarmos que grandes páginas como Yahoo!, Facebook, Google, Amazon, Instagram e outras tantas ficaram vulneráveis, você possivelmente ficará com a pulga atrás da orelha e começará a ficar um bocado preocupado.
Com o intuito de alertá-lo e dar uma real dimensão do problema, hoje vamos explicar o que é essa falha, quais sites podem estar com problemas (e quais estão livres do bug), como você pode se proteger e como é possível verificar se o seu website não é vulnerável.
Afinal, o que realmente é o Heartbleed?
O bug do OpenSSL não nasceu agora. Ele não é algo proveniente de uma atualização recente. Conforme informação oficial da desenvolvedora do software, essa falha já existe há mais de dois anos, mas ninguém sabia que ela estava lá (nem mesmo os próprios desenvolvedores, afinal, se alguém soubesse, ela já teria sido corrigida muito antes).
Quem acabou descobrindo esse erro de programação foi Neel Mehta, pesquisador da Google que verificou que a brecha poderia garantir acesso a dados privados. Hackers que saibam como explorar a falha podem interceptar o tráfego de dados, fingindo ser o servidor e dificultando que qualquer um saiba que existe algum problema no meio do caminho.
O criminoso que consegue se aproveitar do bug pode puxar até 64 k de informações da memória do servidor. O hacker normalmente não tem como saber o que virá nesses dados, mas de vez em quando é possível coletar alguns dados privados. É importante ressaltar que é possível repetir esse processo inúmeras vezes.
Parece perigoso, mas você deve estar se questionando como o hacker vai conseguir encontrar dados secretos, sendo que eles normalmente estão criptografados. Bom, o que acontece é que os servidores de autenticação precisam manter os dados de login (usuário e senha) sempre na memória para que a conexão seja mantida.
Assim, muitas vezes os dados dos usuários vêm nesse roubo de memória e o hacker só precisa usar a senha de criptografia para descobrir os dados verdadeiros (já que normalmente tudo é criptografado e impossível de ler normalmente).
É realmente fácil explorar esse bug?
Na verdade, é preciso ter muito conhecimento para conseguir explorar esse tipo de falha. Mesmo os hackers mais habilidosos demoram um bocado para conseguir entrar no servidor e roubar algum dado importante.
Até algum tempo atrás, algumas empresas (como a Cloudflare) estavam dizendo que era tão difícil que dava para dizer que era impossível, de modo que a falha não representava uma ameaça real.
Pois bem, não demorou nem 24 horas para que alguns hackers conseguissem adquirir chaves SSL em servidores. Em algumas máquinas que rodavam Apache, foi possível conseguir os dados já na primeira requisição. Isso apenas deixa claro que o bug é fácil de ser explorado e pode ser utilizado em quase todos os servidores que ainda não aplicaram as correções.
De acordo com a Bloomberg, a NSA já sabia dessa falha e vem explorando isso há muito tempo. A Agência, obviamente, negou qualquer envolvimento e conhecimento da questão. Diante de tantos problemas passados, não dá para confiar muito nas declarações da NSA.
Quais sites estão desprotegidos?
A essa altura do campeonato, a maioria dos grandes sites que tinham algum problema já corrigiram as falhas. Quando a bomba explodiu, e ficamos sabendo do caso, quase todos eles continham a falha no OpenSSL.
Pode incluir na lista grandes nomes como Twitter, Google (e seus respectivos sites), Facebook (e quaisquer sites desenvolvidos pela empresa), Yahoo!, Amazon, Dropbox, SoundCloud, Flickr, Foursquare e outros tantos.
Claro, assim que a correção foi liberada, todos os sites corrigiram o defeito imediatamente, evitando que seus usuários fossem prejudicados. A dúvida que fica é se algum hacker já não havia descoberto a brecha e explorado dados privados anteriormente.
É importante notar que há muitos sites menores que ainda não corrigiram o problema, sendo que você ainda pode estar correndo perigo. Normalmente, as empresas e servidores que efetuaram a atualização do OpenSSL estão enviando emails comunicando seus usuários, mas você mesmo pode verificar se aquele site que só você acessa já está seguro.
Para saber se os seus sites favoritos estão vulneráveis, você pode jogar o endereço no site “Heartbleed Test”, o qual vai verificar se o bug existe ou se já foi corrigido. Basta clicar aqui, colar o endereço e pressionar o botão “Go!”. Em poucos segundos, é possível obter uma resposta.
Como posso me proteger?
Independente de qual site ou serviço você utiliza, é altamente recomendado que você modifique suas senhas para evitar que os hackers usem suas credenciais. Não há como saber se alguém conseguiu se apropriar de seus dados, portanto é bom tomar alguma atitude e evitar que eles sejam usados indevidamente.
O Heartbleed também pode ter afetado os aparelhos com sistema Android. Nesse caso, você pode seguir as instruções de um artigo que divulgamos ontem para conferir se o seu smartphone está vulnerável. É importante salientar que aparelhos com falhas no protocolo SSL só podem ter o erro corrigido ao receber uma atualização do sistema.
Enfim, toda essa história de Heartbleed apenas deixa evidente que a web não é um lugar tão seguro. Essa é apenas uma falha que aconteceu com um tipo de protocolo, mas quem sabe se não existem outros tantos bugs em outros tipos de servidores? Esperamos que esses erros não existam, para o nosso próprio bem.
Fonte: TecMundo
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Saiba como prevenir seu celular ou tablet dos danos do calor excessivo Entenda o mal que os aparelhos sofrem e como combatê-lo
O Brasil passou por um verão muito intenso este ano que chegou a atingir altas temperaturas, batendo recordes em diferentes cidades do país. O calor excessivo é prejudicial à saúde das pessoas, principalmente das crianças e dos idosos.
Mas você sabia que o calor também é prejudicial ao seu smartphone e seu tablet? Se você deixar seu aparelho embaixo de sol direto ou até mesmo esquecê-lo dentro de um carro fechado também exposto diretamente ao sol, você terá problemas.
Caso você deixe o aparelho em uma mesa, por exemplo, com incidência de sol direta por mais de uma hora, a bateria pode sofrer danos por causa da alta temperatura. Sem contar que os smartphones sofrem ainda mais, por conterem recursos que aumentam a temperatura interna do aparelho.
Alguns celulares desligam ao atingir uma temperatura que vá causar danos às placas internas – a Apple diz que o iPhone suporta uma temperatura interna de até 35 ºC antes de desligar. Neste caso, o ideal é mantê-lo desligado e em local arejado para melhorar o seu resfriamento
Não é só o calor que traz prejuízo!
Com o calor, as primeiras coisas a serem danificadas são os componentes mais sensíveis, como a tela de LCD ou a bateria.
Quando a bateria é afetada, ela perde carga e vida útil, além de fazê-la inchar. A bateria tem mais facilidade para ser afetada devido ao fato de esquentar por diferentes motivos e, somada ao fator climático, só piora a situação do aparelho.
Não é só o calor que pode acabar com seu smartphone, – a umidade também pode acelerar a velocidade com que os problemas venham a aparecer. Banheiro e cozinha são um problema devido ao vapor-d’água, que pode causar oxidação e pode causar danos à bateria de lítio.
A praia é um lugar praticamente proibido para esses aparelhos. Qualquer rachadura, por menor que seja, é o suficiente para que água, maresia ou areia entrem em contato com o circuito interno, causando um curto-circuito no celular ou tablet.
Pequenas coisas que você pode fazer para evitar problemas
No manual do fabricante, você pode descobrir a temperatura máxima suportada pelo smartphone/tablet. Mas existem algumas pequenas coisas que podem ser feitas para evitar que o aparelho alcance este nível de aquecimento.
Desligue os aplicativos que não estiver utilizando. Com isso, o processador trabalha menos, gerando menos energia – menos energia, menos calor. Desative também funções de conexão como WiFi, Bluetooth, localizador etc.
Evite choques térmicos – como colocar o celular na geladeira –, pois, além de ser um ambiente muito úmido, a própria variação brusca de temperatura pode romper as soldas da placa-mãe do aparelho e fazê-lo parar de funcionar.
Há tempos escutamos histórias de pessoas que tiveram problemas com a temperatura dos celulares e até mesmo alguns que explodiram! E você, já teve algum problema com a temperatura interna de seu smartphone ou tablet?
Fonte: TecMundo
Mas você sabia que o calor também é prejudicial ao seu smartphone e seu tablet? Se você deixar seu aparelho embaixo de sol direto ou até mesmo esquecê-lo dentro de um carro fechado também exposto diretamente ao sol, você terá problemas.
Caso você deixe o aparelho em uma mesa, por exemplo, com incidência de sol direta por mais de uma hora, a bateria pode sofrer danos por causa da alta temperatura. Sem contar que os smartphones sofrem ainda mais, por conterem recursos que aumentam a temperatura interna do aparelho.
Alguns celulares desligam ao atingir uma temperatura que vá causar danos às placas internas – a Apple diz que o iPhone suporta uma temperatura interna de até 35 ºC antes de desligar. Neste caso, o ideal é mantê-lo desligado e em local arejado para melhorar o seu resfriamento
Não é só o calor que traz prejuízo!
Com o calor, as primeiras coisas a serem danificadas são os componentes mais sensíveis, como a tela de LCD ou a bateria.
Quando a bateria é afetada, ela perde carga e vida útil, além de fazê-la inchar. A bateria tem mais facilidade para ser afetada devido ao fato de esquentar por diferentes motivos e, somada ao fator climático, só piora a situação do aparelho.
Não é só o calor que pode acabar com seu smartphone, – a umidade também pode acelerar a velocidade com que os problemas venham a aparecer. Banheiro e cozinha são um problema devido ao vapor-d’água, que pode causar oxidação e pode causar danos à bateria de lítio.
A praia é um lugar praticamente proibido para esses aparelhos. Qualquer rachadura, por menor que seja, é o suficiente para que água, maresia ou areia entrem em contato com o circuito interno, causando um curto-circuito no celular ou tablet.
Pequenas coisas que você pode fazer para evitar problemas
No manual do fabricante, você pode descobrir a temperatura máxima suportada pelo smartphone/tablet. Mas existem algumas pequenas coisas que podem ser feitas para evitar que o aparelho alcance este nível de aquecimento.
Desligue os aplicativos que não estiver utilizando. Com isso, o processador trabalha menos, gerando menos energia – menos energia, menos calor. Desative também funções de conexão como WiFi, Bluetooth, localizador etc.
Evite choques térmicos – como colocar o celular na geladeira –, pois, além de ser um ambiente muito úmido, a própria variação brusca de temperatura pode romper as soldas da placa-mãe do aparelho e fazê-lo parar de funcionar.
Há tempos escutamos histórias de pessoas que tiveram problemas com a temperatura dos celulares e até mesmo alguns que explodiram! E você, já teve algum problema com a temperatura interna de seu smartphone ou tablet?
Fonte: TecMundo
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Telegram x WhatsApp: qual é o melhor serviço de mensagens?
Qual aplicativo se sai melhor dentro do ringue? Comparamos as vantagens e desvantagens de cada um deles para tentar descobrir a resposta
Se você anda acompanhando as principais notícias publicadas, certamente deve saber que o WhatsApp está com seu reinado ameaçado por um desafiante oriundo de terras distantes: o Telegram, serviço russo que ganhou mais de 5 milhões de usuários ao longo dos últimos dias.
O programa figurou no top dos mais baixados da App Store e ganhou notoriedade internacional por ter servido como “rota de fuga” para os internautas cansados das falhas do WhatsApp. Mas, no fim das contas, será que o Telegram realmente tem o potencial para se tornar o próximo “rei dos mensageiros instantâneos” e desbancar a criação de Jam Koum? Foi para responder essa pergunta que decidimos colocar os dois serviços lado a lado e observar seus principais pontos positivos e negativos.
As armas do desafiante
Surpreendentemente, ainda que o Telegram pareça ser exatamente igual ao WhatsApp, basta passar poucos minutos estudando o aplicativo para descobrir suas vantagens e seus recursos exclusivos.
Devolvendo a sua privacidade
O maior trunfo do Telegram é, de fato, sua grande preocupação e transparência quanto a segurança e privacidade de seus usuários. O serviço utiliza duas camadas de um protocolo criptográfico baseado no clássico AES-256, além de trabalhar com encriptação RSA 2048 e troca de chaves de Diffie-Hellman. Além disso, o aplicativo conta com um recurso inédito bastante interessante e batizado de “Secrets Chats” (ou “Chats Secretos”, em português).
Tratam-se de chats ainda mais seguros do que os convencionais, que utilizam criptografia end-to-end (as mensagens só são descriptografadas quando chegam ao telefone do destinatário) e não deixam qualquer rastro nos servidores do Telegram. Além disso, você pode atribuir um prazo de validade para seus chats secretos de forma que eles sejam deletados automaticamente após alguns minutos.
E não acaba por aí: o aplicativo não permite que você encaminhe qualquer conteúdo recebido através de um Secret Chat, dificultando assim o compartilhamento de imagens ou vídeos impróprios para pessoas não autorizadas.
Gratuito de verdade
Ainda que a maioria das pessoas não preste atenção neste pequeno detalhe, vale lembrar que o WhatsApp não é um software 100% gratuito – ele só oferece um período realmente longo de testes, popularmente conhecido como trial. Depois de um ano de uso, é necessário desembolsar US$ 0,99 (cerca de R$ 2,31) por uma assinatura anual. De fato, trata-se de um valor irrisório, mas que pode chatear bastante algumas pessoas (especialmente aquelas que não possuem cartão de crédito internacional, necessário para pagamento de tal taxa).
O Telegram, por sua vez, é gratuito para sempre. Nada de compras ou subscrições periódicas escondidas – e ele também não conta com as tão odiadas propagandas. Isso se dá ao fato de que os criadores do serviço não planejam obter lucros financeiros: todos os custos com a infraestrutura do aplicativo são quitados com uma doação generosa feita pela investidora Digital Fortress (que, por sua vez, é chefiada por Pavel Durov, irmão do programador Nikolai Durov, que foi o responsável pela criação efetiva do mensageiro).
De acordo com o site oficial do Telegram, o dinheiro doado por Pavel ainda está bem longe de terminar e, quando isso eventualmente acontecer, o serviço dependerá de donativos de seus próprios usuários ou venderá recursos adicionais não essenciais.
Eu sou de todo mundo!
Por ser um software open source, qualquer pessoa pode estudar e modificar o código-fonte do Telegram, criando apps derivados ou conferindo por si mesmo se não há nada de suspeito por trás do programa.
Os códigos dos aplicativos oficiais podem ser encontrados no Github; o protocolo de criptografia e a API também estão disponíveis para qualquer pessoa que estiver interessada neles. Em um futuro próximo, os próprios usuários do Telegram poderão traduzir o serviço para o seu idioma nativo de forma colaborativa.
Os criadores do software prezam tanto pela filosofia open source que estão pensando inclusive em permitir que qualquer pessoa crie seus próprios servidores para o serviço. Já imaginou como deve ser legal fazer parte da infraestrutura de um dos mensageiros instantâneos mais famosos do mundo?
Multiplataforma e sincronização
Com versões oficiais para Android e iOS (e não oficiais para Windows Phone, Windows, Mac, Linux, Chrome App e interface web), o Telegram chama a atenção por manter os dados de seus usuários sempre sincronizados entre as múltiplas plataformas suportadas pelo serviço.
Isso quer dizer que, basicamente, você pode iniciar uma conversa no seu smartphone e continuá-la na versão para a web, tendo acesso a todo o seu histórico de mensagens e arquivos compartilhados entre todos os seus contatos.
A única exceção é, obviamente, para os chats seguros, nos quais as mensagens enviadas são apagadas instantaneamente assim que passam dos servidores do Telegram para o dispositivo do destinatário.
Uma verdadeira reunião
Outra vantagem do Telegram é sua enorme capacidade para chats em grupo: o app russo permite que você converse com até 200 pessoas simultaneamente, enquanto o WhatsApp não suporta mais de 50 contatos em um mesmo bate-papo.
E quando o WhatsApp leva a melhor
Obviamente, nem tudo são flores: o Telegram também conta com alguns pontos negativos que merecem ser destacados e através dos quais o WhatsApp acaba saindo vitorioso. E algumas dessas fraquezas do app russo são:
Recados de voz e ligações VoIP
Uma das funções mais divertidas (e úteis em certas ocasiões) do WhatsApp é o envio de recados de voz para um contato ou chat em grupo. O Telegram, infelizmente, ainda não possui esse tipo de recurso e não há previsão para que algo do gênero seja desenvolvido.
Da mesma forma, faz parte dos planos do WhatsApp incluir o recurso de chamadas VoIP em seu aplicativo em um futuro breve, na tentativa de competir diretamente com o Viber. Quando isso acontecer, o Telegram ficará ainda mais atrasado no quesito de voz, o que nos obriga a tirar alguns pontos do serviço europeu.
Telegram x WhatsApp: qual é o melhor serviço de mensagens?
Variedade de idiomas, cadê?
Pois é: por enquanto, o Telegram só possui suporte para inglês, espanhol e arábico. Não há uma interface em português, o que pode acabar espantando alguns usuários tupiniquins. O WhatsApp, por outro lado, além de ter versão adaptada para os brasileiros, também suporta 35 linguagens diferentes – incluindo chinês, alemão, neerlandês, francês, italiano e até catalão. Só faltou esperanto, élfico e LOLCat.
Brincadeiras à parte, o Telegram é um app bem simples e uma interface em inglês não é um obstáculo realmente grave para quem quiser usufruir do serviço. Contudo, precisamos sempre encarar os fatos como uma disputa do mercado a nível global: se os irmãos Durov realmente estiverem dispostos a ultrapassar o WhatsApp, eles precisam tomar providências o mais rápido possível para levar o aplicativo para outros países (aumentando, assim, sua base de usuários ao redor do globo).
Em suma, quem é o vencedor?
É impossível negar que o Telegram é um software com um potencial gigantesco. O app traz tudo o que o WhatsApp tem de melhor e ainda adiciona recursos de privacidade interessantíssimos para quem preza pela segurança de seus dados pessoais.
Sua postura open source é outro ponto que nos agradou bastante: ainda que o serviço não tenha compatibilidade com algumas plataformas menos populares (como BB 10, Symbian e Firefox OS), seu código-fonte está disponível para qualquer programador que tenha boa vontade o suficiente para criar aplicativos para os SOs supracitados.
Os pontos negativos apontados ao longo desta matéria não são o suficiente para tirar o brilho do serviço. Certamente são problemas que merecem ser tratados com urgência pela equipe responsável pelo software; quando eles forem resolvidos, contudo, é fato que o Telegram certamente cairá no gosto popular e se tornará o próximo grande aplicativo para troca de mensagens instantâneas.
A principal preocupação é quanto ao aspecto financeiro do serviço. Será que os irmãos Durov conseguirão manter uma infraestrutura de qualidade sem recorrer a investimentos de terceiros ou inserção de publicidade no app? Ao que tudo indica, teremos a resposta para essa questão em um futuro próximo – afinal, com tantos usuários se registrando no serviço diariamente, não vai demorar muito até que o Telegram tenha que expandir sua estrutura e instalar um número absurdo de servidores.
Se você anda acompanhando as principais notícias publicadas, certamente deve saber que o WhatsApp está com seu reinado ameaçado por um desafiante oriundo de terras distantes: o Telegram, serviço russo que ganhou mais de 5 milhões de usuários ao longo dos últimos dias.
O programa figurou no top dos mais baixados da App Store e ganhou notoriedade internacional por ter servido como “rota de fuga” para os internautas cansados das falhas do WhatsApp. Mas, no fim das contas, será que o Telegram realmente tem o potencial para se tornar o próximo “rei dos mensageiros instantâneos” e desbancar a criação de Jam Koum? Foi para responder essa pergunta que decidimos colocar os dois serviços lado a lado e observar seus principais pontos positivos e negativos.
As armas do desafiante
Surpreendentemente, ainda que o Telegram pareça ser exatamente igual ao WhatsApp, basta passar poucos minutos estudando o aplicativo para descobrir suas vantagens e seus recursos exclusivos.
Devolvendo a sua privacidade
O maior trunfo do Telegram é, de fato, sua grande preocupação e transparência quanto a segurança e privacidade de seus usuários. O serviço utiliza duas camadas de um protocolo criptográfico baseado no clássico AES-256, além de trabalhar com encriptação RSA 2048 e troca de chaves de Diffie-Hellman. Além disso, o aplicativo conta com um recurso inédito bastante interessante e batizado de “Secrets Chats” (ou “Chats Secretos”, em português).
Tratam-se de chats ainda mais seguros do que os convencionais, que utilizam criptografia end-to-end (as mensagens só são descriptografadas quando chegam ao telefone do destinatário) e não deixam qualquer rastro nos servidores do Telegram. Além disso, você pode atribuir um prazo de validade para seus chats secretos de forma que eles sejam deletados automaticamente após alguns minutos.
E não acaba por aí: o aplicativo não permite que você encaminhe qualquer conteúdo recebido através de um Secret Chat, dificultando assim o compartilhamento de imagens ou vídeos impróprios para pessoas não autorizadas.
Gratuito de verdade
Ainda que a maioria das pessoas não preste atenção neste pequeno detalhe, vale lembrar que o WhatsApp não é um software 100% gratuito – ele só oferece um período realmente longo de testes, popularmente conhecido como trial. Depois de um ano de uso, é necessário desembolsar US$ 0,99 (cerca de R$ 2,31) por uma assinatura anual. De fato, trata-se de um valor irrisório, mas que pode chatear bastante algumas pessoas (especialmente aquelas que não possuem cartão de crédito internacional, necessário para pagamento de tal taxa).
O Telegram, por sua vez, é gratuito para sempre. Nada de compras ou subscrições periódicas escondidas – e ele também não conta com as tão odiadas propagandas. Isso se dá ao fato de que os criadores do serviço não planejam obter lucros financeiros: todos os custos com a infraestrutura do aplicativo são quitados com uma doação generosa feita pela investidora Digital Fortress (que, por sua vez, é chefiada por Pavel Durov, irmão do programador Nikolai Durov, que foi o responsável pela criação efetiva do mensageiro).
De acordo com o site oficial do Telegram, o dinheiro doado por Pavel ainda está bem longe de terminar e, quando isso eventualmente acontecer, o serviço dependerá de donativos de seus próprios usuários ou venderá recursos adicionais não essenciais.
Eu sou de todo mundo!
Por ser um software open source, qualquer pessoa pode estudar e modificar o código-fonte do Telegram, criando apps derivados ou conferindo por si mesmo se não há nada de suspeito por trás do programa.
Os códigos dos aplicativos oficiais podem ser encontrados no Github; o protocolo de criptografia e a API também estão disponíveis para qualquer pessoa que estiver interessada neles. Em um futuro próximo, os próprios usuários do Telegram poderão traduzir o serviço para o seu idioma nativo de forma colaborativa.
Os criadores do software prezam tanto pela filosofia open source que estão pensando inclusive em permitir que qualquer pessoa crie seus próprios servidores para o serviço. Já imaginou como deve ser legal fazer parte da infraestrutura de um dos mensageiros instantâneos mais famosos do mundo?
Multiplataforma e sincronização
Com versões oficiais para Android e iOS (e não oficiais para Windows Phone, Windows, Mac, Linux, Chrome App e interface web), o Telegram chama a atenção por manter os dados de seus usuários sempre sincronizados entre as múltiplas plataformas suportadas pelo serviço.
Isso quer dizer que, basicamente, você pode iniciar uma conversa no seu smartphone e continuá-la na versão para a web, tendo acesso a todo o seu histórico de mensagens e arquivos compartilhados entre todos os seus contatos.
A única exceção é, obviamente, para os chats seguros, nos quais as mensagens enviadas são apagadas instantaneamente assim que passam dos servidores do Telegram para o dispositivo do destinatário.
Uma verdadeira reunião
Outra vantagem do Telegram é sua enorme capacidade para chats em grupo: o app russo permite que você converse com até 200 pessoas simultaneamente, enquanto o WhatsApp não suporta mais de 50 contatos em um mesmo bate-papo.
E quando o WhatsApp leva a melhor
Obviamente, nem tudo são flores: o Telegram também conta com alguns pontos negativos que merecem ser destacados e através dos quais o WhatsApp acaba saindo vitorioso. E algumas dessas fraquezas do app russo são:
Recados de voz e ligações VoIP
Uma das funções mais divertidas (e úteis em certas ocasiões) do WhatsApp é o envio de recados de voz para um contato ou chat em grupo. O Telegram, infelizmente, ainda não possui esse tipo de recurso e não há previsão para que algo do gênero seja desenvolvido.
Da mesma forma, faz parte dos planos do WhatsApp incluir o recurso de chamadas VoIP em seu aplicativo em um futuro breve, na tentativa de competir diretamente com o Viber. Quando isso acontecer, o Telegram ficará ainda mais atrasado no quesito de voz, o que nos obriga a tirar alguns pontos do serviço europeu.
Telegram x WhatsApp: qual é o melhor serviço de mensagens?
Variedade de idiomas, cadê?
Pois é: por enquanto, o Telegram só possui suporte para inglês, espanhol e arábico. Não há uma interface em português, o que pode acabar espantando alguns usuários tupiniquins. O WhatsApp, por outro lado, além de ter versão adaptada para os brasileiros, também suporta 35 linguagens diferentes – incluindo chinês, alemão, neerlandês, francês, italiano e até catalão. Só faltou esperanto, élfico e LOLCat.
Brincadeiras à parte, o Telegram é um app bem simples e uma interface em inglês não é um obstáculo realmente grave para quem quiser usufruir do serviço. Contudo, precisamos sempre encarar os fatos como uma disputa do mercado a nível global: se os irmãos Durov realmente estiverem dispostos a ultrapassar o WhatsApp, eles precisam tomar providências o mais rápido possível para levar o aplicativo para outros países (aumentando, assim, sua base de usuários ao redor do globo).
Em suma, quem é o vencedor?
É impossível negar que o Telegram é um software com um potencial gigantesco. O app traz tudo o que o WhatsApp tem de melhor e ainda adiciona recursos de privacidade interessantíssimos para quem preza pela segurança de seus dados pessoais.
Sua postura open source é outro ponto que nos agradou bastante: ainda que o serviço não tenha compatibilidade com algumas plataformas menos populares (como BB 10, Symbian e Firefox OS), seu código-fonte está disponível para qualquer programador que tenha boa vontade o suficiente para criar aplicativos para os SOs supracitados.
Os pontos negativos apontados ao longo desta matéria não são o suficiente para tirar o brilho do serviço. Certamente são problemas que merecem ser tratados com urgência pela equipe responsável pelo software; quando eles forem resolvidos, contudo, é fato que o Telegram certamente cairá no gosto popular e se tornará o próximo grande aplicativo para troca de mensagens instantâneas.
A principal preocupação é quanto ao aspecto financeiro do serviço. Será que os irmãos Durov conseguirão manter uma infraestrutura de qualidade sem recorrer a investimentos de terceiros ou inserção de publicidade no app? Ao que tudo indica, teremos a resposta para essa questão em um futuro próximo – afinal, com tantos usuários se registrando no serviço diariamente, não vai demorar muito até que o Telegram tenha que expandir sua estrutura e instalar um número absurdo de servidores.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Internet de Todas as Coisas pode gerar US$ 4,6 tri para governos, segundo estudo
A “nova Internet” poderá gerar economias, aumentar a produtividade e a receita para os governos que a adotarem, segundo a Cisco
A Internet de Todas as Coisas (IoE) pode gerar um valor de US$ 4,6 trilhões para organizações do setor público ao longo da próxima década, segundo um novo estudo divulgado pela Cisco. Parte deste valor será em economia por eficiência e parte em novos serviços e experiências. A IoE pode ajudar governos a gerar valor economizando dinheiro, melhorando a produtividade dos funcionários, gerando novas receitas (sem aumentar os impostos) e aprimorando os benefícios para os cidadãos.
O Brasil está entre os 12 países que mais têm a ganhar com a adoção da IoE pelo setor público. Segundo o estudo da Cisco, o valor pode chegar a US$ 70 bilhões nos próximos 10 anos para o governo brasileiro, nas esferas municipal, estadual e federal. No ranking dos países analisados estão os Estados Unidos em primeiro lugar (com US$ 585 bilhões), seguidos da China (com US$ 291 bilhões) e da França (com US$ 182 bilhões). O Brasil ocupa a nona posição no estudo.
A IoE é a conexão em rede entre pessoas, processos, dados e coisas, e o aumento de valor que acontece quando “todas as coisas” ingressam na rede. Diversas transições tecnológicas – incluindo a Internet das Coisas, aumento da mobilidade, o surgimento da computação em nuvem e a importância crescente do big data, entre outros – estão se associando para viabilizar a IoE.
A cidade de Barcelona, por exemplo, está utilizando soluções de IoE para oferecer novos serviços e experiências mais ricas aos cidadãos. Uma das primeiras cidades a desenvolver Serviços Virtuais aos Cidadãos (Virtual Citizen Services) na Europa, Barcelona está usando tecnologias de vídeo e colaboração para permitir que os cidadãos interajam virtualmente com a prefeitura sem ter que se dirigir a repartições locais.
Uma das líderes mundiais das Comunidades Inteligentes+Conectadas (Smart+Connnected Communities), Barcelona implantou soluções de IoE em gestão da água, estacionamento inteligente, gestão de resíduos e ônibus conectados, que estão ajudando a cidade a economizar dinheiro e melhorar a qualidade dos serviços aos cidadãos.
As cidades podem captar grande parte desse valor global implantando “killer apps”:
- Edifícios inteligentes estão preparados para gerar US$ 100 bilhões, diminuindo custos operacionais ao reduzir o consumo de energia através da integração de HVAC (sistemas de ventilação, refrigeração e ar condicionado) a outros sistemas.
- O monitoramento do gás pode gerar US$ 69 bilhões ao reduzir os custos de leitura de relógios e aumentar a precisão das leituras para cidadãos e empresas de serviços públicos municipais.
- O estacionamento inteligente pode gerar US$ 41 bilhões oferecendo visibilidade em tempo real da disponibilidade de vagas de estacionamento em uma cidade. Os moradores podem identificar e reservar a vaga disponível mais próxima, fiscais de trânsito podem identificar o uso inadequado e as prefeituras podem introduzir precificação baseada na demanda.
- A gestão da água pode gerar US$ 39 bilhões conectando o relógio de água doméstico a uma rede IP para oferecer informações remotas sobre uso e status.
- A precificação de rodovias pode criar US$ 18 bilhões em novas receitas implantando pagamentos automáticos conforme os veículos entram em zonas movimentadas de cidades, melhorando as condições do tráfego e aumentando receitas.
“Com uma parcela maior da população mundial se deslocando diariamente a centros urbanos, as cidades precisam se tornar mais flexíveis e prontas para atender às necessidades dos cidadãos, ao mesmo tempo em que aproveitam ao máximo os recursos públicos,” disse Wim Elfrink, vice-presidente executivo de soluções industriais e diretor de globalização da Cisco. “A Internet de Todas as Coisas está transformando a forma como as cidades prestam serviços e os cidadãos interagem com o governo”.
Além das cidades, os benefícios da IoE se estendem a governos em praticamente todos os níveis, de acordo com o estudo:
- Agências estaduais têm o potencial de realizar um valor de US$ 682 bilhões aplicando soluções de IoE a processos como manutenção de pontes, transporte de detentos, gestão de doenças crônicas, aprendizado conectado e combate a incêndios.
- Agências federais não defensivas podem captar US$ 472 bilhões através de soluções de IoE para melhorar a resposta a desastres, gestão de frota, segurança cibernética e muitas outras áreas.
- Globalmente, as forças de defesa podem aumentar a eficácia de missões militares através de conexões seguras e compartilhamento de informações entre soldados, bases, veículos e ativos de batalha. Melhores conexões entre forças de defesa podem, globalmente, gerar um valor de US$ 1,5 trilhão e aprimorar de modo mensurável a segurança de soldados.
Com 350 milhões de funcionários públicos no mundo, aplicativos de IoE que aumentam a produtividade dos funcionários em agências estaduais, locais e federais não defensivas podem gerar valor significativo. Por exemplo, aumentar o uso de soluções de trabalho à distância pode gerar um valor estimado em US$ 125 bilhões ao reduzir custos com imóveis, impressão e outros. Essas mesmas soluções melhoram a retenção e a produtividade de funcionários e oferecem mais oportunidades de emprego.
“Líderes do setor público estão sob tremenda pressão para reduzir a lacuna entre o aumento das expectativas dos cidadãos e a redução dos recursos,” disse Martin McPhee, vice-presidente sênior da Cisco para Serviços de Consultoria. “As soluções de IoE têm potencial para mudar tudo. Os líderes do setor público devem agir agora para identificar as maiores oportunidades de IoE em suas agências e começar por repensar o que é possível em um mundo de IoE”.
O estudo “A Internet de Todas as Coisas: Uma Oportunidade de US$ 4,6 trilhões para o Setor Público” – aproveita a pesquisa divulgada pela Cisco em fevereiro de 2013, que identificou um lucro potencial de US$ 14,4 trilhões para empresas privadas que adotarem a IoE ao longo da próxima década. Quando combinada a um valor potencial de US$ 4,6 trilhões no setor público, a IoE será uma oportunidade de criação de valor de US$ 19 trilhões para empresas e governos, globalmente, ao longo da próxima década.
Fonte: Administradores
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Os 15 melhores programas para Android de 2013
Aproveite para turbinar o seu portátil com alguns dos melhores aplicativos lançados neste ano
O Baixaki analisou dezenas de aplicativos diariamente, tudo para identificar os pontos positivos e negativos dos softwares e ajudar na hora de você avaliar o que vale a pena baixar em seu aparelho Android.
Com tanto trabalho e essa enorme quantidade de opções, nada mais justo do que reunirmos em uma relação os melhores programas de 2013. Confira o melhor antivírus, as câmeras e editores de imagens mais bacanas ou o mais funcional player de áudio online lançado no ano.
Fonte: TecMundo
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Veja aplicativos que podem ajudar sua vida a ficar menos bagunçada
Ter que lidar com todas as tarefas do dia a dia pode não ser tão fácil. Hoje diversos aplicativos estão disponíveis para te ajudar a organizar a sua agenda. Confira a lista a seguir com algumas opções para facilitar a sua vida.
Evernote
Evernote é um serviço que pretende diminuir o volume de anotações em papéis e que, muitas vezes, acabam confundindo mais do que solucionando problemas. O Evernote pode ser acessado via software ou online. Com ele, é possível poderá criar notas e deixá-las arquivadas na nuvem de dados do sistema, o que economiza espaço e tempo na busca pela informação.
Outra possibilidade é postar fotos nesse sistema, de forma semelhante a um backup para informações rápidas, de tamanho pequeno. A conta pode ser sincronizada em diversas plataformas, como telefones, tablet, computador pessoal, Smart TV e onde mais for possível conectar-se ao Evernote. A cada acesso à conta do Evernote, haverá sincronização automática dos dados postados em cada dispositivo. Seu uso é gratuito e ótimo para criar listas de compras, tarefas e lembretes.
BillMinder
Quem já esqueceu de pagar uma fatura sabe o quanto esse lapso de memória pode tornar-se um grande transtorno. O BillMinder foi desenvolvido para prevenir justamente essa falta: adicione ao aplicativo suas contas e datas de vencimento e ele organizará por ordem cronológica todos os pagamentos que devem ser feitos, liberando sua memória e energia para outras atividades.
Dentro do programa, que possui visual organizado e limpo, você lidará com cinco abas distintas e específicas, como Upcoming, Calendar, Category Reports e Settings. Em cada, uma nova conta será criada clicando-se sobre o sinal ‘+’, na qual deverão ser incluídas informações sobre valores a pagar, vencimento e nome para esta fatura.
Ao terminar sua configuração, informe por quanto tempo ela deverá ser sinalizada para você por meio da definição de alerta e com que antecedência cada notificação de vencimento deverá ser feita. BillMinder é um app pago, ao custo de US$ 1,99 (aproximadamente R$ 5). Infelizmente, ele não está disponível em português.
Clear
Como o nome indica, Clear é um app organizador de tarefas cujo maior atrativo é sua interface limpa. O programa organizará suas atividades cronologicamente em três ambientes de uso: Menu, Listas e Itens. Ele possui modo de organização com opções específicas para ordenar, visualizar e apagar marcações. Além da interação via toque na tela de seu iPhone, é possível utilizar os recursos do Clear adicionando dados no Mac. Este app está em inglês, é pago, e também custa US$ 1,99.
Grocery IQ
Grocery IQ foi desenvolvido para economizar o tempo de seus usuários quando o assunto for compras de alimentos, seja ela feita em mercados, feiras e demais tipos de comércios. Em meio às seções de listas de compras, relação de ofertas e tipos de produtos, o Grocery IQ criará um histórico com informações sobre o que usualmente frequenta seu carrinhos e cestas de compras, tornando atividades futuras como essa em momentos cada vez mais ágeis.
Outra ferramenta útil do aplicativo é a inclusão de um leitor de código de barras e o modo de adição de itens por comando de voz. Mais um ponto positivo do Grocery IQ: é um app gratuito. O aplicativo está disponível em inglês para iOS.
Remember The Milk
Remember The Milk é mais um aplicativo voltado a colaborar com a organização de sua rotina, mas com recursos extras bastante interessantes. Sendo potencialmente o app de listas de afazeres mais completo do mercado, seu enorme diferencial reside em sua integração com demais programas e sistemas, como Outlook, iCal, Gmail, Twitter e outros.
Além disso, o Remember The Milk também possui um sistema de registro de atividades em nuvem de dados e modo facilitado de cadastro e uso. Ao começar a utilizá-lo e integrando-o às opções de serviços, não há como perder um compromisso ou tarefa, seja ela diária ou semanal. E o melhor: você terá todas essas funcionalidades e compatibilidades gratuitamente
iRewardChart
iRewardChart é um curioso aplicativo para monitorar o que crianças têm feito em casa, como atividades pessoais, de ajuda aos pais, organização de seus quartos, em questões de comportamento etc.
Para cada criança a ser avaliada, uma lista de tarefas e cumprimentos será aberta. Ao final de uma data estipulada, o programa indicará qual criança foi mais disciplinada em suas obrigações, servindo como prova para os pais darem algum tipo de recompensa a ela. O aplicativo possui duas versões: uma gratuita, com possibilidade de monitorar somente uma criança, e uma paga, na qual diversas poderão ser incluídas. Este aplicativo está à venda por US$ 3,99 (aproximadamente R$ 9) e não está disponível em português.
Fonte: TechTudo
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Pesquisa revela que 38% dos brasileiros considera uso de redes sociais muito importante
A Emarketer ainda registrou que apenas 4% dos usuários não acham considerável o uso de redes sociais na experiência online
Uma pesquisa divulgada essa semana revelou que para 38% dos brasileiros, o uso das redes sociais é muito importante. De acordo com os números da Emarketer, 25% dos entrevistados marcaram nota 4 para a relevância dessas mídias, em uma escala de 1 a 5, e 27% conferiram nota 3. Apenas 6% acham pouco importante, enqunto 4% afirmam que uso destes sites não é considerável para experiência online.
O levantamento ainda compara o cenário brasileiro com outros países latino americanos. Utilizando a mesma escala de importância, o México aparece com notas de 5 a 1, respectivamente, em 28%, 25%, 34%, 8% e 4%. Na Argentina o quadro é semelhante, com 27%, 19%, 36%, 10% e 9%.
Para Gabriel Borges, CEO da Ampfy, agência de comunicação especializada em aproximar marcas e consumidores da dinâmica das mídias sociais, a utilização de redes sociais, não apenas no Brasil, acaba substituindo várias outras maneiras de se comunicar, além de aproximar pessoas que normalmente não se falariam por distância geográfica. “Desde o mIRC, passando pelo ICQ, MSN até chegar no Facebook Messenger de hoje, o comportamento do brasileiro mostra-se altamente comunicativo e sociável. Pesquisas já apontam que a média de amigos no Brasil é superior a mundial, e isso transparece na importância das redes sociais no País”, acredita Borges.
Fonte: Administradores
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Aprenda a ouvir e entender os sinais do seu carro
Dificilmente um carro deixa seu proprietário na rua sem antes dar algum aviso: as luzes do painel acendem, um ruído estranho aparece no motor e até mesmo o volante e os pedais vão dar pistas de que seu carro precisa de manutenção. Problemas na suspensão, na embreagem e no câmbio também são "comunicados" pelo carro ao motorista.
Na verdade o problema não está no motor, mas na embreagem, que está patinando e não consegue transferir todo o giro do motor para o câmbio e, assim, para as rodas. Nesta última situação, convém deixar o telefone do guincho à mão, pois a qualquer momento você poderá ficar a pé. Para resolver o problema é necessário levar o veículo a uma oficina e substituir o kit completo, composto de platô, disco e atuador hidráulico.
Se quiser prolongar a vida útil do sistema, evite segurar o carro na subida com o auxílio da embreagem, descansar o pé no pedal e rebocar barcos ou outros carros. Quando se usa indevidamente a embreagem, o cheiro de queimado é a prova do “crime". Seu carro ficará com este cheiro por várias horas.
Para identificar se um ruído provém do câmbio, você deve, com velocidade acima de 60 km/h, pisar na embreagem. Se o ruído parar, é muito provável que o problema esteja no conjunto do câmbio ou no diferencial. Carro automático trepidando. Câmbio automático possui menor incidência de problemas; por outro lado, necessita de mão de obra especializada e aparelhos específicos para um correto diagnóstico. Quando há falha na estrutura de suporte, os efeitos mais comuns são trepidação do carro e a não troca de marchas.A trepidação pode estar relacionada aos coxins danificados (coxins são as peças que sustentam o motor e o câmbio).Problemas com mudança de marchas podem ter origem mecânica ou no gerenciamento eletrônico - neste caso, uma luz de advertência deverá acender no painel, indicando que o câmbio entrou em "estado de emergência”. Andar com o carro nesta situação poderá agravar a situação. Via de regra, reparos em câmbio automático são caros e demorados: além da grande quantidade de horas envolvidas, a maioria das peças é importada e não há muito como fugir dos altos preços. Efetuar as trocas de óleo hidráulico de acordo com o manual e inspecionar periodicamente quanto a vazamentos é a melhor maneira de evitar surpresas.
Ruídos na suspensão são muito comuns, principalmente se você trafega por ruas e avenidas cujo asfalto não obedece a nenhum tipo de normatização. Quem já conheceu as estradas de países desenvolvidos sabe. E não são apenas grandes buracos que danificam a suspensão: asfalto deformado também causa problemas a médio prazo.
Se o seu carro possui baixa quilometragem, até 30.000 km, o problema pode ser pontual, ou seja, a troca de uma bucha da barra estabilizadora, um pivô ou uma bucha de bandeja eliminará o barulho. Já em um veículo que tem mais de 50.000 km rodados dificilmente o mecânico trocará apenas uma peça, pois diversas peças podem estar com nível avançado de desgaste, por exemplo amortecedores cansados, sem ação, acabam danificando os batentes. Portanto, substituir apenas os batentes sem trocar os amortecedores é jogar dinheiro fora: em breve você retornará à oficina para trocá-los novamente.
Fonte: G1
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Ministério da Justiça vai pedir explicação à GM sobre freio do Cobalt
O Ministério da Justiça informou que irá notificar a General Motors para esclarecer queixas sobre o sedã Cobalt. Na última quarta-feira, dia 5, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar, exigindo que a montadora tome uma atitude em relação a problemas na pinça do freio do modelo relatados por proprietários à Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do estado (Alerj). A comissão diz ter reunido 58 reclamações sobre um defeito que provoca ruído no carro fabricado em 2012 e que um deles relatou que o carro ocasionalmente demora para frear completamente.
Consumidores se queixaram ainda de que o reparo realizado nas concessionárias consistiu apenas na aplicação de graxa ou fita adesiva em torno da peça. Após um período de uso, a avaria foi detectada novamente, relata a comissão, que decidiu entrar com uma ação civil pública no último dia 13 de maio e obteve a decisão provisória na 1ª Vara Empresarial do RJ. Para valer, a liminar ainda precisa ser publicada no Diário Oficial do estado, o que deve ocorrer na próxima semana.
Segundo a decisão, a montadora deverá, no prazo de 10 dias, anunciar em rádio e televisão, durante uma semana, informando o consumidor do possível problema no freio e de locais e horários de assistência técnica. Em caso de descumprimento, a pena é de multa diária de R$ 20.000. Também foi determinado que, caso seja constatado o problema no freio, a GM deverá realizar a troca ou reparo imediato e eficaz troca da peça defeituosa, sob pena de multa de R$ 5.000 por ocorrência.
“O consumidor tem o direito básico à segurança quanto aos produtos adquiridos, sendo dever do fornecedor, segundo artigo 8º do CDC, dar as informações necessárias e adequadas a respeito dos produtos colocados no mercado de consumo, os quais não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição. Destarte, não é razoável que o consumidor procure assistência técnica e receba atendimento paliativo e falho, o que ocorre inegavelmente quando, após a utilização normal do bem, verifica-se o mesmo problema”, justificou o juiz Luiz Roberto Ayoub, que concedeu a liminar.
O Cobalt já foi alvo de um recall do pedal de freio em 2011, um mês depois de lançado, quando foram convocados todos os exemplares produzidos até então, um total de 2.108 unidades. Na época, a fabricante ressaltou que, dos carros produzidos, apenas 770 estavam em poder de clientes, enquanto outros 164 faziam parte da frota de uso da GM. As demais 1.174 unidades estavam nas concessionárias, em processo de faturamento, e seriam entregues aos futuros compradores com o pedal de freio já substituído.
Fonte: G1
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